em horizontes navegados
toco palavras inebriadas
de doces desejos pensados
soltam-se eternos segredos
lendo rumos sem medo
ousados por encontrar
pergunto ainda à vida
que mais serei de ti?
que tens para me dar?
um doce sabor no vento
deitado num relento
em horizontes
por navegar
ruisantos
Um pouco de azul
Há 10 anos

1 comentário:
Adorei este poema, um galope desenfreado sem amarras.
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